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domingo, 11 de dezembro de 2016

POR TRAZ DAS MÃOS QUE APERTAM O GATILHO...

Criminalidade e insegurança é a pauta do dia. Creio que o assunto já foi analisado por praticamente todos os ângulos. Tais análises sintetizam na responsabilidade do governo e, dentre as principais causas da violência, o tráfico de tóxicos, a disputa por territórios, a receptação de produtos roubados, em boa parte para sustento do próprio consumo de drogas.

Não sou especialista no assunto, nem me dedico ao seu estudo. Contudo, como cidadão, arrisco apontar aqui alguns responsáveis que estão “por traz das mãos que apertam o gatilho”, mas que na maior das vezes não são responsabilizados, ao menos diretamente e aos olhos da população. Sem esgotar o rol, e sem descartar a responsabilidade do governo, aponto alguns que entendo estarem dentre os principais responsáveis pelas “mãos que apertam o gatilho”:

- Mais do que os infelizes consumidores das “cracolândias” e das periferias miseráveis, são os felizes “consumidores de salão”, frequentadores de altas festas com muito “brilho”, financiadores do tráfico e dos crimes conexos;

- Juntamente estão os “esclarecidos” apologistas das drogas, pelas mais diversas razões, alguns inclusive por se acharem “libertários” ou bravos “contestadores do sistema”;

- Juízes excessivamente “garantistas”, mais preocupados em cumprir rituais e formalismos de regras defasadas do que interpretar e aplicar a norma legal em consonância com o fato social;

- Políticos, notadamente aqueles com mandados eletivos, que “apadrinham” os desvios de policiais, civis e militares, para funções burocráticas em todos os poderes e áreas. Alguma instituição deveria questionar, com urgência, quais e onde estão todos os policiais civis e militares com funções fora da atividade policial (isto se chama transparência).

Alguns repetirão o correto e simpático discurso, mas que não traz solução imediata, que precisamos é de educação e de assistência social. Com todo o respeito, embora concorde, são soluções para dar resultado em 10 ou 15 anos. Precisamos sim, avançar neste sentido, sem abrir mão da busca de soluções imediatas. 


Hoje, precisamos cessar a criminalidade, com medidas duras, iniciando pela urgente atualização das leis penais e aparelhamento das estruturas de segurança. Em resumo: repressão ao crime, prisões, condenações e garantia do cumprimento integral das penas.

Sei que alguns “patrulhadores ideológicos” vão ranger os dentes com minha opinião. Pouco me importa. Um dia talvez aprendam que existe mundo e vida fora das telinhas de seus computadores, tablets e smartfones, e que esse mundo não é o dos sonhos, embora possamos construí-lo com ações efetivas.

Nota: postado no facebook em 27.08.16


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