Iniciando a conversa:
Penso que não será difícil para o leitor identificar a origem deste blog, vinculando ao nome do editor.
Hoje residindo na capital do Estado, mas com uma trajetória de vida vinculada à minha terra natal, busquei neste recurso oferecido pela tecnologia um meio para manter o contato com meus conterrâneos, estejam onde estiverem, lá em nossa "Terra de Luta e Fé" ou espalhados por outras querências, mas próximos nesta dimensão virtual.
Por que Ecos do Clarim?
Em 1984, logo após minha formatura em Direito, retornei a Santana onde me estabeleci como advogado. Era um tempo de transformações. O país fazia a travessia de um longo período de ditadura para a redemocratização. Logo, engajei-me aos assuntos da terra e, no ano de 1985, juntamente com outros idealistas fundamos o Clube do Livro Coriolano Castro, tendo como objetivo organizar e manter uma biblioteca para seus associados e, na sequência, lançamos o Clarim Santanense, órgão informativo do Clube do Livro. O Clarim tormou-se, ao longo dos anos, o único informativo impresso do município, passando por diversos ciclos de vida, divulgando fatos e registrando a história.
A última edição do Clarim Santanense, sob minha direção, circulou no mês de dezembro de 2008. Logo após, apresentei a última edição do Programa Comunidade & Cidadania, espaço sob responsabilidade da Diretoria do Clube do Livro apresentado aos sábados pela manhã, na Rádio Comunitária de Santana, integrante da estrutura do Clube do Livro Coriolano Castro.
A censura não morreu...
O encerramento de mais este ciclo de vida do Clarim Santanense e a retirada do Programa Comunidade & Cidadania do ar, não foram mera coincidência. Ao contrário, foram atos de censura imposta pelo grupo que se apropriou da instituição a um de seus fundadores e ex-presidente, exatamente pelo fato deste opor-se aos desvios de fins e ilegalidades praticadas, propondo mudanças e apontando caminhos. Além de outros assuntos, vamos também ocupar este espaço para rememorar a história do Clube do Livro, do Clarim Santanense e da Rádio Santana, bem como falar dos motivos que levaram ao meu afastamento.
O encerramento de mais este ciclo de vida do Clarim Santanense e a retirada do Programa Comunidade & Cidadania do ar, não foram mera coincidência. Ao contrário, foram atos de censura imposta pelo grupo que se apropriou da instituição a um de seus fundadores e ex-presidente, exatamente pelo fato deste opor-se aos desvios de fins e ilegalidades praticadas, propondo mudanças e apontando caminhos. Além de outros assuntos, vamos também ocupar este espaço para rememorar a história do Clube do Livro, do Clarim Santanense e da Rádio Santana, bem como falar dos motivos que levaram ao meu afastamento.
Sem medo e sem preço...
Vou assegurar espaço para o contraditório, comprometendo-me a publicar intervenções, esclarecimentos e repostas de quem desejar, desde que devidamente identificado e cumpridas as formalidades que assegurem a autenticidade da autoria. Sempre agi assim quando na Direção do Clarim Santanense. Até esta liberdade de opinião incomodava "gente criada nos tempos da ditadura".
Vou assegurar espaço para o contraditório, comprometendo-me a publicar intervenções, esclarecimentos e repostas de quem desejar, desde que devidamente identificado e cumpridas as formalidades que assegurem a autenticidade da autoria. Sempre agi assim quando na Direção do Clarim Santanense. Até esta liberdade de opinião incomodava "gente criada nos tempos da ditadura".
Na sequência, vou transcrever o último artigo que publiquei no Clarim Santanense, em dezembro de 2008, onde faço uma retrospectiva de minha trajetória. Serve como apresentação pessoal. Também vou reproduzir matérias e artigos publicados no Clarim ao longo de sua existência.
Por oportuno, registro que não me surpreenderei se os mesmos responsáveis pelo "fechamento" do Clarim Santanense e pela retirada do ar do Programa Comunidade & Cidadania, tentem intervir junto à Diretoria do Google para censurar este blog. Sugiro, façam o mais simples: participem. Mandem suas versões que terei o prazer de publicar. Sou defensor intransigente da liberdade de expressão e nunca temi o contraditório.
Com esta apresentação, iniciamos a jornada. Partindo das margens do Guaíba, meu grito atravessará o Dorçal das Encantadas e chegará às matas do Camaquã. É o "grito dos livres"! São os "Ecos do Clarim"!
Com esta apresentação, iniciamos a jornada. Partindo das margens do Guaíba, meu grito atravessará o Dorçal das Encantadas e chegará às matas do Camaquã. É o "grito dos livres"! São os "Ecos do Clarim"!
Moacir Donato Rosa de Oliveira
Advogado - Porto Alegre - RS
Lema: "Semear idéias para colher mudanças."
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